Vivemos de pequenos dramas, de pequenas contradições. Uma comédia sem ensaios, sem atores famosos. Você é o protagonista de uma bizarra coleção de atrapalhadas e o público nem ri. O palco é mesmo o grande momento, segurando em uma mão a espada, no outro o coração. De um lado a verdade, do outro a trapaça, desse jeito a vida veste a armadura da arte e assim podemos participar da ilusão de que tudo não passa de uma simples encenação. Participamos de épicas batalhas, seguindo o enredo das tradições a das trágicas estórias e histórias de amor. Onde deixamos os finais felizes?! E cadê esse sacana que contratou os atores?! Falta sensibilidade, falta bom gosto, falta bom humor...cadê você?! Volta aqui que eu quero te despedir!!!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Pessoas de segundos
Somos pessoas de segundos, entre as batidas do coração, vivemos de paixões rápidas e de tentativas de acerto. Nos mais elevados níveis da razão, vivemos de proteção, na tentativa equivocada de não nos machucar. Quem vive se machuca, e não acredito ser proposital essa tentativa sem sentido de não viver. A gente só não sabe exatamente o que faz, e instintivamente vai morrendo ao passo que todas as tentativas parecem machucar. A gente vai vivendo e morrendo nessa gangorra, entre fugas e tentativas de fazer as coisas do jeito certo!
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